Através desse comentário venho refutar pelos motivos a seguir expostos o comentário de Cesar Amaral. Dra. Kamylle Mota é um anjo da minha vida. Fui diagnosticada com um desequilíbrio químico no início do ano que me levou a sintomas graves de ansiedade e depressão. Após ter me consultado com outro psiquiatra carrasco que me difamou na consulta, encontrá-la foi um alívio e conforto em meio ao caos que estava minha vida. Costumo brincar que ela mais parece uma amiga e psicóloga do que uma psiquiatra. Ela tem um cuidado tão minucioso com o paciente que na minha segunda sessão ela conseguia se lembrar de todos os detalhes que tinha relatado na primeira consulta. Ela é cuidadosa nos relacionamentos com os pacientes e hoje a considero uma amiga. Pelo o que conheço de Dra. Kamylle, ela disponibiliza vários meios de contato, desde Whatsapp pessoal, número residencial e o número da CINP. Ou seja, em algum dos três telefones você a encontra. Quanto a respostas de Whatsapp, elas não são imediatas, até porque ela está sempre atendendo e fazendo a sua luz brilhar onde ela é chamada. Além de ser uma médica incrível, ela também é mãe e mulher, portanto demorar para responder é mais do que natural na sua rotina. Ela sempre me instruiu a ligar na CINP quando fosse algo urgente para olhar o Whatsapp. Sempre funcionou comigo. O caso da mulher do Cesar Amaral foi o seguinte, conforme relato da própria Dra. Kamylle: ela veio para uma primeira consulta, foi medicada. Após o término da medicação, ela queria uma receita só que não queria passar por outra consulta. Vai contra o código de ética médica essa prática, portanto, Dra. Kamylle insistiu pra que ela retornasse para um acompanhamento mais próximo. Tanto que esse procedimento está de acordo com o Código de Ética Médica: Capítulo V RELAÇÃO COM PACIENTES E FAMILIARES É vedado ao médico: Art. 31. Desrespeitar o direito do paciente ou de seu representante legal de decidir livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de iminente risco de morte. Art. 32. Deixar de usar todos os meios disponíveis de diagnóstico e tratamento, cientificamente reconhecidos e a seu alcance, em favor do paciente. Art. 33. Deixar de atender paciente que procure seus cuidados profissionais em casos de urgência ou emergência, quando não haja outro médico ou serviço médico em condições de fazê-lo. Art. 34. Deixar de informar ao paciente o diagnóstico, o prognóstico, os riscos e os objetivos do tratamento, salvo quando a comunicação direta possa lhe provocar dano, devendo, nesse caso, fazer a comunicação a seu representante legal. [...] Art. 37. Prescrever tratamento ou outros procedimentos sem exame direto do paciente, salvo em casos de urgência ou emergência e impossibilidade comprovada de realizá-lo, devendo, nesse caso, fazê-lo imediatamente após cessar o impedimento. Parágrafo único. O atendimento médico a distância, nos moldes da telemedicina ou de outro método, dar-se-á sob regulamentação do Conselho Federal de Medicina. Portanto, vai contra o Código de Ética Médica prescrever remédios sem o exame direto com o paciente! Assim, vemos que Dra. Kamylle agiu de forma Ética ao querer consultar a paciente antes de prescrever a medicação. Pelo exposto acima, vemos que o comentário de Cesar Amaral não possui fundamento algum.